Paixão por palavras e por gente
Autores que você já lia e autores que você vai adorar conhecer!
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A fim de encurtar a distância entre teoria e prática, este livro sobre os ritmos que Horácio usou em latim, tomados como modelos ou pontos de partida para exercícios rítmicos em português, é também pequena antologia da poesia do autor, apresentada aqui no original e em tradução. Em seu sentido mais técnico e mais exato, poesia é fabricação, confecção, fazimento. Logo, se, além de fingidor, o poeta é antes de tudo e sobretudo um fazedor, o primeiro que faz é aprender as regras que regulam o que escolheu fazer, as quais, ou bem estão latentes nos grandes feitos da tradição – a Eneida, a Comédia, Os Lusíadas... –, ou bem patentes nos tratados de poética, ensaios literários e teses universitárias. Portanto, em arte – e a poesia é uma arte –, saber significa saber fazer: savoir-faire, know-how. Vem daí a desconfiança da doutrina e dos doutrinadores, claro, que se metem a regular em teoria o que em prática não sabem pôr. Há poetas enormes que não foram teóricos; – mas não há grande poeta nenhum que não soubesse o que fazer, e como fazer, afinal.